Sporting... sempre!

Esforço, dedicação, devoção e glória!

Wednesday, November 23, 2005

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Lille 0 - 0 SLBenfica

A gripe das águias, segundo Veiga!

Não se sabe por influência do H5N1, o Benfica parece ter perdido o gás que o lançava para o título nacional e para a vitória na Champions.
Uns já acham que Koeman voltou a pôr o dedo na equipa, outros que Simão é meia equipa, e outros ainda que quem faz falta é o Quim das duas pernas…
José Veiga, esse, acha que a culpa foi do (inexistente) fora de jogo do golo da Naval, e do (existente) fora de jogo de Gaúcho, do golo fora-de-jogo do Maxi!
Pena que nenhum jornalista lhe lembre que frente ao Leiria, pelo menos um dos golos é em claro fora de jogo, que frente ao Guimarães não existe falta de Medeiros para o primeiro golo encarnado, que frente ao Estrela a bola estava jogável quando entrou pelo meio das pernas de Nereu, e que até frente ao Leixões o Benfica ganhou num golo que teve tanto de bonito como de irregular, apontado por Simão. Isto porque o penalty de Braga ele também não viu.
E por falar em Veiga, o que dizer dos reforços Miccolli e Karagounis? E do grito do ipiranga de Simão?
Caro José Veiga, está na hora de um DVD para curar a gripe… sobe pena de uma pandemia se abater sobre a águia Vitória.

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Liga BetandWin.com - Jornada 11


SCBraga 3 – 2 SLBenfica

No ‘derby’ da cidade ganhou quem fez por isso. O Benfica entrou com menos 2, trazendo Quim e Simão no 11, viu-se a ganhar, e mais não quis.
O Braga, impulsionado pela onda de entusiasmo vinda das bancadas (pela primeira vez foi notória uma maioria arsenalista nas bancadas!), lutou, jogou bem mais que o adversário e acabou por vencer justamente.
Do muito que se passou com um árbitro, destaco os 6 minutos de desconto, algo inacreditável se comparado, por exemplo, com a vergonha dos 5 minutos de descontos do recente FCPorto-Setúbal, onde os sadinos praticaram anti-jogo desde o apito inicial. Para todos, inclusive José Veiga, reflectir-mos…


FCPorto 5 – 1 Académica

Bom jogo do Porto, que arrastou cedo o autocarro da baliza. Noite para esquecer do mais promissor central do futebol português – José Castro, dado por muitos como certo na equipa azul e branca, já em Dezembro. Oxalá o equipamento de Castro mude para verde, às listas…
Curiosa a infelicidade do fiscal de linha, que uma semana depois da estorieta de Alvalade se viu obrigado a decidir bola pretensamente duvidosa. Por azar decidiu ‘pelos jornais’ e por mais azar ainda a bola fez o favor de não entrar claramente. Há dias de sorte.


Penafiel 0 – 1 SportingCP

Fraca jogo e fraca exibição de duas equipas pobrezinhas.
O Sporting apenas jogou 15minutos na segunda parte, e ao ver-se a ganhar voltou a encolher-se, defendendo o resultado até ao final.
A equipa leonina é demasiado curta, e continua com jogadores em sub-rendimento. É certo que esteve melhor defensivamente, mas com este adversário é difícil tirarem-se conclusões.
Ofensivamente Liedson é um pequeno oásis num deserto de ideias, onde a magia provém apenas de um menino chamado Nani, que poderá a estar a ser lançado às feras demasiado cedo. Já Douala (indispensável?!?) adormece no apito inicial, e só volta a acordar quando o árbitro manda tudo para as cabinas. Sá Pinto é esforçado, mas não tem pernas para mais que meia horita. Moutinho ressente-se da sequência de jogos, Tello é um eterno adaptado, e Rogério está tão mal fisicamente que mete dó!
E tudo isto com Martins, Deivid, Wender e Pinilla no banco…

Os próximos dois jogos servirão para perceber se este Sporting chegará sequer a ser candidato…

Friday, November 18, 2005

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Selecção sub-21

Depois dos dois jogos finais desta fase de apuramento para a Fase Final do Campeonato da Europa de sub-21, devo dizer que fiquei extremamente desiludido.

Por várias razões, mas essencialmente porque não acho que esta selecção tenha o balneário que todos apregoam, não acho que o treinador seja da competência que lhe querem atribuir, e considero que esta selecção tem um modelo de jogo (e também táctico) desfasado da actualidade do futebol.

Esta selecção está recheada de estrelas, é um facto.
Esta selecção é equilibrada, tem muitas soluções e tem condições de lutar pelo título europeu, mormente se o disputar em casa, mas para isso terá que mudar mentalidades.

Análise aos principais jogadores:

Bruno Vale – Este jovem é um grande GR, e será certamente o futuro da nossa selecção. Goste-se ou não, Scolari fez muito bem em chamá-lo ao Euro, e deveria ser para ele o lugar de terceiro GR no Mundial. Falhou clamorosamente em Zurique, e ainda ontem teve uma saída à Ricardo, mas mostra a cada jogo que é um talento nas balizas. É pedra basilar neste conjunto.

José Castro – É o melhor dos jovens centrais da nova geração. Não terá grande estatura, nem a força de Garcia ou Semedo, mas a sua classe é inconfundível. Se mandasse no Sporting esta seria a única contratação de Janeiro…

Manuel Fernandes – É outro jogador de futuro promissor, mas na Suiça pouco mais viu que um amarelo, por protestos (?!?!). Tem naturais expectativas pelo Mundial, mas era aqui, neste Europeu que deveria concentrar-se.

Custódio – Foi o grande ausente destes dois jogos, e será pedra chave nesta equipa. Ele será, sem dúvida, o Costinha dos sub-21, e o próximo trinco de eleição do país, assim deixem as constantes lesões.

João Moutinho – Tal como o médio encarnado, Moutinho esteve fraquinho na Suiça e pouco melhor no Bessa, mas foi ele que serviu Varela de bandeja, num estilo inconfundível. Também ele deveria preocupar-se essencialmente com este Europeu.

Quaresma – É o craque, o capitão, e pelos vistos o líder. Peca por exagerar nos malabarismos inconsequentes, e pela alternância de exibições. Na Suiça foi protagonista, no Bessa esteve discretíssimo. E os líderes (e grandes jogadores) não costumam oscilar…

Hugo Viana – Está fora de forma, e mal fisicamente. Pior que isso é continuarem a colocá-lo à esquerda, bem coladinho à linha, quando ele está farto de demonstrar que só rende no meio. O Mundial é já uma miragem.

Hugo Almeida – É o que tem mais possibilidade de chegar à Alemanha, quer pela posição, quer pelos atributos físicos que o demarcam dos demais. Mas tem muito que aprender com os pés. A ver vamos se será com Almeida que a selecção principal terá finalmente o ponta de lança que precisa há tanto tempo.

Nos restantes, destacam-se Filipe Oliveira, que poderá ter algum futuro como lateral, e Varela, que teima em deixar marca e que é seguramente uma aposta para uma táctica de dois avançados. Outros bons valores são Paulo Sérgio, Diogo Valente ou Raul Meireles.
Pela negativa destaco João Pereira (fica lindo quando tem o fato de treino…) e Nuno Morais, um jogador claramente limitado, que Mourinho resolveu apadrinhar, e que só por isso vai jogando nesta selecção.

Quanto aos jogos, destaco pela negativa a táctica, que essencialmente consiste em despejar bolas para um desamparado Almeida, e permitir a Quaresma que brinque com a bola durante 90 min.
Até no Bessa, onde a circulação de bola, a utilização de dois extremos e jogo pelas alas me parecia lógico, Agostinho Oliveira desencantou dois trincos e mais dois médios de características centrais. O resultado foi uma equipa onde os jogadores se atrapalhavam no miolo, e não se estendiam no terreno.
A saída de Hugo Viana foi positiva, porque Valente tem muito mais características de ala, mas foi na troca de Morais por Varela (qualquer um seria melhor do que Morais!) que deu outra amplitude à equipa. Com dois extremos, e com apoio a Almeida, desarticulou-se a táctica simples da Suiça (marcar o gigante e pôr dois homens em Quaresma…) e deu-se a volta.
Mas não nos esqueçamos que a volta deu-se num cruzamento largo da esquerda, quando faltava em campo o defesa suíço que defendia essa zona do terreno. E o golo de Varela foi pouco mais do que um momento de inspiração de Moutinho e Varela…
Aos 87min saiu Quaresma, 25min depois de “estoirar”. Este tipo de lugares cativos (que também existem nos seniores…) não agradam a ninguém.

A passagem teve mais de difícil do que de merecida, mas acabou por ser justa, por tudo o que estes rapazes vêm fazendo, mas há que não embandeirar em arco.

Parabéns Portugal.

Friday, November 11, 2005

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Ainda e sempre o Record

Depois de uma capa vergonhosa no passado sábado, o jornal Record, provavelmente alertado pelas palavras de Paulo Bento, lá foi ao vídeo buscar o fora de jogo claro de Maciel no lance em que a bola entra claramente na baliza de Ricardo.
O Record, estranhamente, até se dá ao trabalho de publicar uma foto a mostrar o lance.
Mais estranhamente ainda, escreve-se que foi um erro duplo do fiscal de linha.
Faltou apenas uma capa a dizer “o Leiria agradece!!!” para ser reposta a justiça, o que me leva a concluir que o Record também errou duas vezes!

Tuesday, November 08, 2005

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SuperLiga Betandwin – jornada 10


SportingCP 2 – 1 U.Leiria

O Sporting voltou a vencer, muito tempo depois. Mesmo assim a equipa ainda está longe de se mostrar competitiva, e muitos dos melhores jogadores estão longe da melhor forma, para além de quase todos estarem deficitários psicologicamente.
Mesmo assim o Sporting foi claramente melhor que o Leiria, que quase não criou oportunidades de golo, e poderia ter consumado a vitória muito cedo, quando ainda antes do quarto de hora, Nani em lance individual, e depois de ter sentado Fernando, quase fez o 2-0. Depois o jogo foi morníssimo, com fiscais de linha e árbitros a serem os protagonistas e pouco mais…
Para não variar, o Sporting voltou a sofrer um golo lamentável.

Augusto Duarte
A arbitagem foi globalmente má. Muitos foram os lances em que o juiz de Braga errou, principalmente depois do seu erro mais grosseiro, na já recorrente teoria da compensação.
O erro, a meias com o fiscal de linha num lance inacreditável ficará para a história. Tudo começa num fora de jogo de 2 metros de Maciel, desterrado na linha de área, quando Polga, o mais próximo do jogador leiriense já distava mais de dois metros. Depois o lance continua, e Ricardo tira a bola de dentro da baliza! O lance é muito duvidoso, pois é defícil perceber se a bola entrou mais ou menos de 1 metro na baliza!!! Como é possível um fiscal de linha não ver um fora de jogo de principiante e logo depois não ver a bola dentro da baliza? Mesmo a dormir, o homenzinho deveria ter feito melhor.
Depois desta peripécia, outras se seguiram, como a capacidade de deixar Fábio Felício em campo até que Jorge Jesus o retirasse! Já com amarelo teve uma entrada duríssima a Moutinho, para vermelhíssimo. Os que acharam o lance de Petit sobre Targino capaz de dar um sumaríssimo, então agora que vejam este lance com olhos de ver, e que tomem medidas…
Já na segunda parte ficou por marcar mais um penalty claro sobre Liedson, claramente agarrado por Gabriel já quase na pequena área. Também aqui o fiscal de linha não viu um puxão de camisola que se arrastou por 2 ou 3 metros…

Para o final deixo as considerações de Jorge Jesus, embora referidas com o devido desconto ao mais idiota treinador que Portugal alguma vez já teve. O referido achou que o jogo foi bom. Embora tenha dito isto a quente, ainda no flash interview, considerar este jogo bom é a prova de que nem todos os que não usam óculos neste país vêem o suficiente!


Benfica 2 – 2 Rio Ave

Voltou a ser um jogo à portuguesa, em que no final não se discute quem mereceria ter ganho, mas antes quem foi mais ou menos beneficiado pela arbitragem.
O resultado pareceu-me justo, independentemente do trabalho do árbitro, e é fácil ver que o Benfica sem Simão e Manuel Fernandes é uma equipa vulgar…
Quando ao trabalho de Paulo Pereira, há vários erros a apontar. Desde logo o facto de ambos os golos de Petit nascerem de faltas que não existem. Na primeira é Karagounis que vai contra o adversário e não o contrário, e na segunda Mantorras deixa-se literalmente cair ao ver que nem à bola chega (isto depois de reposição irregular de Nuno Gomes!). Pelo meio Ricardo Rocha cometeu 3 penalties sobre Gaúcho, todos da mesma forma. Este tipo de penalties, apelidados de faltas que normalmente os árbitros não marcam, são uma vergonha no futebol! Normalmente prejudicam os clubes maiores, desta vez foi ao contrário. E numa das vezes Paulo Pereira estava a 2 metros da placagem.
O último erro foi do fiscal de linha, que deixou passar fora-de-jogo de Gaúcho, claríssimo aliás, que ainda para mais deu golo!
Muito bom o momento de humor de José Veiga no final do jogo… se esta estórinha dá em DVD, temos o título atribuído…


P. Ferreira 0 – 1 FCPorto

O que foi dito para o jogo do Benfica é válido para o do FCPorto, com a ligeiríssima diferença de que aqui pareceu-me que o FCPorto foi um justo vencedor, até porque dominou claramente na primeira meia-hora.
Também Proença não esteve bem. Havia mais do que razões para marcar penalty de César Peixoto, que sem adversários por perto, deliberadamente impediu a bola de lhe fugir com a mão, e o seu fiscal de linha não lhe ficou atrás ao invalidar erradamente golo limpíssimo do FCPorto. Aliás, é quase inacreditável como foi marcado fora de jogo, quando Primo está em toda a jogada sempre a colocar Almeida em jogo!
Tal como em Alvalade, o fiscal de linha parou no tempo…

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Champions League


Benfica 0 – 1 Vilarreal

Por muito (ou pouco) injusta que se possa considerar a derrota dos encarnados na Champions, fica a clara ideia de que este grupo era perfeitamente acessível ao Benfica. E digo era, porque as coisas agora estão bem mais difíceis.
Culpar Nereu da derrota, mesmo tendo culpa clara no golo infantil que sofreu, é querer ver pouco. É não apertar os jogadores para o jogo de Paris. É demasiado arriscado, digo eu.
Muitos esqueceram-se que mesmo que Nereu não tivesse sofrido aquele golo, o Benfica não teria ganho…
E pior, se não se ganhar em Paris, o Benfica acabará por discutir com o Man Utd a passagem à Uefa, algo quase impensável no início, mas agora aquilo que parece mais provável. E pelo meio há que torcer para que os espanhóis saiam derrotados em Old Trafford, caso contrário, na Luz será jogo de mata-mata!


Internazionale 2 – 1 FCPorto

Mais do mesmo. Também em Itália poderia ter-se feito história, mas assim não foi.
Uma bomba de Almeida (essa sim para a história!) alimentou a esperança, mas as opções revelaram-se más, o FCPorto foi deixando lentamente de atacar, e infantilmente “deixou” o Inter ganhar.
O penalty é infantil (e foi cometido pelo melhor em campo do Porto de forma desnecessária…), e o segundo golo é quase caricato, tal a forma como Meireles permite que a bola entre.
Mesmo assim, com a conjugação de resultados no grupo, o FCPorto depende de duas vitórias plenamente possíveis, que um Porto ao melhor nível conseguirá, embora estes jogos nunca se revelem muito fáceis.
Mais preocupante é perceber que o ofensivo técnico azul, modelo inatacável de treinador de ataque, já está claramente condicionado, a ponto de ter jogado à defesa, ter defendido o resultado, e ter inclusive deixado de atacar durante o jogo. Tudo isto ao mesmo tempo que as primas donas do plantel começam a mostrar-se descontentes com a rigidez do técnico.
Como resolverá Pinto da Costa os problemas em catadupa que retiram ao Porto 3 importantes activos (Diego, postiga e Ibson), sendo dois deles possivelmente capitalizáveis já no próximo Mundial? E Jorge Costa, irá rodar no Estarreja em Janeiro? Ou será Adriaanse que vai de férias prolongadas?

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SuperLiga Betandwin - Jornada 9

Boavista 2 – 2 SportingCP

Devo desde já dizer que já não me lembrava de uma arbitragem tão tendenciosamente contra o Sporting há muito tempo. E realce-se que isto é escrito por alguém cujo clubismo evidente tolhe a imparcialidade no julgamento dos árbitros.
Mesmo assim devo desde já realçar a prestação do Boavista, que mereceu o empate pelo futebol praticado, porque foi quase sempre melhor que o Sporting. Aliás, a haver um vencedor ele teria que ser o Boavista.
Quanto a João ferreira, depois de uma época em que ficou umbilicalmente ligado ao “fim do jejum”, acabou ontem por mostrar que ainda tem muito para da ao futebol.
É fácil criticar o árbitro por dois lances importantes em que este errou claramente, mas o que aconteceu foi muito mais do que isso. É claro que não existem razões para o assinalar do canto que dá origem ao segundo golo do Sporting. É também claríssimo que aos 36min, Nani é, nas barbas de João Ferreira, derrubado ostensivamente pelo defesa axadrezado (Rosário!). Dois erros grosseiros, ponto final.
O resto do jogo foi uma parcialidade de critérios gritante que promoveu situações caricatas. A primeira era o 25-3 em faltas para o Sporting ao intervalo. Como é possível haver um jogo em que um árbitro consiga tal proeza? Alguém se apercebeu de um Sporting duríssimo? Alguém pode culpar o Boavista de falta de empenho na disputa dos lances? Liedson, só Liedson cometeu, na opinião do árbitro, mais faltas que toda a equipa adversária.
Mas João Ferreira não ficou por aqui. Na primeira parte perdoou dois amarelos claros a Beto e Lucas por faltas grosseiras, mas deixou passar em claro derrube ostensivo de Rosário a Douala em lance perigoso de contra-ataque. Deu um amarelo a Nani quando era Guga que agarrava JVPinto, deu amarelo a Liedson por protestos, mas nunca o fez a Lucas, Tiago ou Zé Manel, assinalou 3 faltas de Beto sobre Carlos, mas quando William Souza empurrou Ricardo e quase o levou a bater contra o poste nada marcou. Deu amarelo a Moutinho em lance normalíssimo e não o fez a Manuel José que derrubou Nani pelas costas.
Uma arbitragem incrível que mostra bem o quanto pode ser decisivo um árbitro num jogo, ou num campeonato.
Ou muito me engano, ou com esta exibição, João Ferreira será destacado para o P.Ferreira- Porto, e depois poderá coroar a época no importante Braga-Benfica… aqui fica a dica!

Quanto ao jogo, o Sporting não esteve mal, mas faltou-lhe capacidade para na segunda parte segurar o jogo como o fez na primeira. O golaço de JVP não ajudou nada, e não fora mais uma vez a grande exibição de Ricardo, e pior teria acontecido.
Continuo sem perceber porque raio não joga Alves no miolo, e como é possível Nani ter feito 90min. Se aos 55min Sá Pinto e Nani tivessem dado o lugar a Wender e Alves, exímios na retenção de bola, talvez a história fosse hoje outra.
Mesmo assim é indiscutível a mão de Paulo Bento, e jogadores (como Liedson!) estão claramente melhor…
É uma pena que Bento tenha que responder por uma época sem ter oportunidade de a ter começado.


FCPorto 0 – 0 V.Setúbal
Num jogo de sentido único, com perdidas clamorosas do FCPorto, acho piada que ninguém pense no tempo de desconto e se ria!
Como é possível darem-se 4 ou 5 minutinhos de desconto (no Benfica-Gil foi assim, no Gil-SCP também…) num jogo em que uma das equipas esteve 90min em anti-jogo? Estão a matar o futebol ao promover estas equipinhas de trazer pelo bolso…
Realce-se ainda que o árbitro não assinalou penalty claro sobre Jorginho (a ser convertido em golo afastaria o autocarro…) ainda na primeira parte, e anulou erradamente lance de fora-de-jogo inexistente bem perto do final que poderia ter dado ainda mais injustiça ao resultado!
Aferindo pelos assobios no final do jogo, Adriaanse tem os dias contados de dragão ao peito. É incrível como se ouve um coro de assobios depois de um jogo atípico de sentido único como este. O problema é estrutural, e começa a dar a ideia de que não há treinador capaz de fazer esquecer o Zé…

Naval 1ºMaio 1 – 1 SLBenfica
Não vi o jogo, mas apenas os resumos.
Não vou adiantar-me muito sobre a questão, mas devo dizer que me pareceu demasiado curioso servirem-se da desculpa do estado do relvado para justificarem a dureza excessiva dos jogadores da Naval!
Se pega moda, a chuva vai evitar os sumaríssimos… e Petit não voltará a cumprir jogos de castigo na Taça!